quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Capitulo IV - Encurralados


Ia-mos a caminho da saída quando ouvimos um estrondo do tecto. Corremos até á porta mas esta estava trancada por fora. Ouvimos outra vez outro estrondo, depois ouvimos mais uma vez, depois mais outra, e outra até que parou num grande. O tecto começou a tremer e caiu um bocado de madeira até desabar metade do tecto. Uma grande poeira levantou-se e vimos que o Miguel tinha ficado preso numa das placas grandes da madeira.
Eu: MIGUEL! Tu estás bem.
Miguel a ser irónico: Claro que estou, só tenho uma tonelade de madeira em cima das minhas pernas! Mas estou bem…
Nos ajudamo-lo a sair e reparamos que, com a derrocada a saída tinha sido tapada.
Matilde: Boa! Só nos faltava esta!
Vimos a Gabriela e o Paulo a descer das escadas e a rirem-se.
Paulo: Vocês deviam ver as vossas caras! Hahaha!
Miguel: Graças a vocês estamos aqui TODOS presos!
Gabriela: Pois… No meu plano não pensei nisso…
Eu: Pois é! Tu não raciocinas bem!
Gabriela: Cala-te! Nós temos é de achar uma maneira de sair daqui!
Paulo: Vamo-nos dividir. Eu fico com a Gabriela e vocês ficos os três no mesmo grupo.
Miguel: Para se encontrarem a saída fugirem e nós ficarmos aqui presos! Não, não! Paulo, tu vais com a Matilde, eu vou com a Ângela e com a Gabriela. 

Sem comentários:

Enviar um comentário