sábado, 26 de novembro de 2011

Capítulo VII - A fuga

Eu: O… que é… que queres… de nós?
Sombra: CALA-TE! Eu odeio a voz das pessoas! Foi essa que me fez morrer!
Matilde: Adeus!
A Matilde agarrou o meu braço e o do Miguel e deu um pontapé na porta, que fez com que ela abrisse e fugimos dali. Já cá fora ouvimos um grito estrondoso da casa.
Já era tarde quando cheguei a casa. Felizmente os meus pais ainda não tinham chegado da casa de férias que eles tinham dito que iam. Convidei o Miguel e a Matilde a virem a minha casa jantar.
Quando chegaram fomos a votos e encomendei uma pizza.
Miguel: Vocês acham que…
A campainha tocou e interrompeu-o. Era o homem das pizzas.
Miguel: Como eu estava a dizer, vocês acham que…
Tocou novamente a campainha. Era o homem das pizzas outra vez a dizer que não tínhamos lhe dado o troco.
Miguel: Vou tentar que mais nada me interrompa, vocês acham que a tal sombra era verdadeira ou era só mais uma das partidas da Gabriela e do Paulo?
Eu: Achas mesmo?! Eles não são suficientemente espertos para construírem um alo grama e um mecanismo que é comandado por um comando que faça com que a porta feche sozinha!
Matilde: Deles os dois, já esperamos tudo!
Eu: Pode ser ela a Betânia!
Miguel: Quem é essa?
Matilde: Foi a vidente que nos disse para termos cuidado com essa tal Betânia…
Eu: Os meus pais devem estar a chegar. Vocês têm de ir.
Miguel: Ok, chau.
Matilde: Chau.

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